A área do projeto está distante das águas termais e das atrações turísticas. Há programas previstos de desenvolvimento local.
Projeto Colossus
Argilas iônicas de terras raras no Complexo Alcalino de Poços de Caldas, Minas Gerais — um dos ativos de maior teor já reportados globalmente.
Estimativa global do Projeto Colossus
Argilas iônicas de alta recuperação
Ímãs permanentes e eletrificação
Viridis Mining & Minerals Limited
O Projeto
O Complexo Alcalino de Poços de Caldas é uma estrutura vulcânica de cerca de 800 km² formada há aproximadamente 80 milhões de anos.
O intemperismo tropical intenso sobre rochas ricas em terras raras gerou perfis espessos de saprólito e argilas iônicas, nas quais os óxidos ficam adsorvidos na superfície dos minerais de argila.
Essa configuração permite recuperação por lixiviação com sulfato de amônio em temperatura ambiente, dispensando britagem intensiva, calcinação e reagentes agressivos — resultando em menor consumo de energia e pegada ambiental reduzida.
A mineralização é rasa, contínua e amplamente aberta em profundidade, sustentando o potencial de crescimento do recurso ao longo das campanhas em andamento.
Zona sul do
complexo
1.842 ppm TREO em intervalos de saprólito com espessura média de 22 m.
Setor norte
Continuidade mineralizada em mais de 4 km, aberta em profundidade e lateralmente.
Extensão leste
Argilas iônicas rasas com baixa relação estéril/minério e acesso logístico direto.
Terras Raras
Terras raras são um grupo de 17 elementos químicos essenciais para tecnologias de baixo carbono — ímãs permanentes de veículos elétricos, turbinas eólicas, eletrônica e defesa.
As argilas iônicas de Poços de Caldas concentram os óxidos magnéticos mais valorizados (Nd, Pr, Dy, Tb) adsorvidos na superfície dos minerais de argila. Isso permite recuperação por lixiviação com sulfato de amônio em temperatura ambiente, sem calcinação e com baixo consumo energético.
Ímãs permanentes de motores elétricos
Ligas magnéticas e turbinas
Estabilidade térmica dos ímãs
Eficiência em veículos eólicos
Tecnologia e Segurança
O Colossus foi projetado com tecnologias modernas para reduzir riscos ambientais e operacionais desde a concepção.
Os resíduos são desidratados e empilhados de forma controlada, com estabilidade geotécnica muito superior às barragens convencionais. Não há barragens de contenção no projeto.
A água de processo é reutilizada em circuito fechado, minimizando a captação externa e o lançamento de efluentes.
Sistemas de umidificação, cobertura de pilhas e monitoramento contínuo de poeira mantêm a qualidade do ar dentro dos padrões.
A radioatividade presente é natural, existente no solo há milhões de anos. Pareceres técnicos atestam níveis abaixo dos limiares de isenção da CNEN, com monitoramento contínuo.
Licenciamento Ambiental
O licenciamento ambiental é um processo público, conduzido pelos órgãos competentes, com participação da comunidade em audiências públicas.
O licenciamento ambiental é um processo público, conduzido pelos órgãos competentes, com participação da comunidade em audiências públicas.
Autoriza a instalação do empreendimento conforme o projeto executivo e as condicionantes da LP.
Biblioteca de documentos
Cinco episódios para explicar, com calma, os principais temas do Projeto Colossus.
Respostas alimentadas pelas dúvidas recebidas nos nossos canais de contato.
Os estudos socioeconômicos indicam que o projeto pode coexistir com o turismo. A área do projeto está distante das águas termais e das principais atrações turísticas. Programas de desenvolvimento local estão previstos para potencializar os benefícios para toda a comunidade.
O processo é público e pode ser acompanhado pelo site do órgão ambiental responsável. Além disso, este site reúne todos os documentos apresentados, e você pode se cadastrar para receber atualizações sobre novas etapas e audiências públicas.
A decisão é dos órgãos ambientais competentes, com participação da comunidade. O processo inclui análises técnicas rigorosas, audiências públicas e pareceres de diversos órgãos especializados. A Viridis apresenta os estudos, mas não tem poder de decisão sobre a aprovação.
O sistema de rejeitos a seco elimina a necessidade de barragens de contenção. Os resíduos são desidratados e empilhados de forma controlada, com estabilidade geotécnica muito superior às barragens convencionais. É uma tecnologia moderna que reduz significativamente os riscos ambientais.
Não existe qualquer risco de acidente nuclear. O projeto não envolve reações nucleares nem materiais físseis. A radioatividade presente é natural, existente no solo há milhões de anos, e está dentro dos limites de segurança estabelecidos pela CNEN. Os níveis são monitorados continuamente.
Não. Essa informação não corresponde aos estudos técnicos realizados. O Estudo Hidrogeológico mapeou todas as nascentes da região e demonstra que o projeto foi planejado para não interferir no fluxo de água que as alimenta. O monitoramento contínuo garantirá a preservação desses recursos.
Respostas curtas e diretas, sempre que possível com referência à evidência técnica.
O projeto vai secar 98 nascentes.
O Estudo Hidrogeológico mapeou todas as nascentes e demonstra que o projeto foi planejado para não interferir no fluxo que as alimenta. O monitoramento contínuo é condicionante.
Há risco de tragédia nuclear.
O projeto não envolve reações nucleares nem materiais físseis. A radioatividade é natural e está abaixo dos limiares de isenção da CNEN.
Vai usar barragem de rejeitos.
O sistema é de rejeito a seco, sem barragens. Os resíduos são desidratados e empilhados de forma controlada.
Vai acabar com o turismo de Poços.
A área do projeto está distante das águas termais e das atrações turísticas. Há programas previstos de desenvolvimento local.